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18 outubro, 2010

Entre partidas e chegadas



            Aqui está um selinho que me foi oferecido pela minha amiga Deia,do blogue Rumo à escrita  com um desafio, de efectuar um post referente à temática das partidas e chegadas! Este mesmo selinho, já deu a volta ao mundo e foi-me também co-atribuído pelas minhas amigas Marilú do blogue Devaneios e do blogue Na Casa do Ráu_Galeria de Selos e Prémios, este pequeno pormenor demonstra o quanto o mundo se tornou pequeno e global. Obrigado minhas amigas pela lembrança e carinho.

             Entre  o partir e o chegar, gosto de partir, rumo ao desconhecido, viajar e conhecer, visitar amigos, família e o desejo da chegada, vem com o regresso e a ansiedade da saudade da nossa casa, do nosso cantinho, enfim do nosso pequeno mundo. No fundo, apesar de gostar de partir em viagem, o que me dá mais prazer é o regresso e o almejado sossego do meu lar.


 Entre Partidas e Chegadas

Emigrante

Por vezes parto,
na incerteza do regresso.
À chegada...sinto a saudade,
que na partida já levei...
e na denúncia de um sentir,
deixo cair uma lágrima escorrida,
de um dia, em que para trás não olhei!
Deixei a minha terra,
a minha vida.
Em tom de jeito,
na lembrança trago memórias,
de uma vivência feliz,
que me é querida,
que gravo na alma e encerro no peito.
 Numa tristeza sentida,
denunciada, 
por força de uma lágrima atrevida,
a saudade do meu país!

 
                                                                                                     poema do meu marido Victor Simões.

23 agosto, 2010

Montra da Vaidade



   Montra da Vaidade   
                                                                                                         

Num mundo de egoísmo,
milhões morrem de fome.
Em período Natalício,
passam pela montra do cinismo,
todos os caciques, com nome.
Boys, girls e outros eleitos,
que se mostram solidários,
com a pobreza e a desgraça.
Na vitrina da tristeza,
de muitos , que nada têm à mesa!
Enquanto outros, têm demais.
É na montra do cinismo,
que se vêm, os figurões.
Na tentativa de mostrar ao mundo,
a sua solidariedade.
Falsa, mas aparente!
Porque é ilusória!
Sendo na verdade,
um reflexo de ilusões...
um disfarce de emoções!
Tudo pela notariedade,
reflectida,
na montra da vaidade!

poema:  Victor Simões

in " A Voz do Povo " 1 de Janeiro de 2007

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