08 junho, 2010

Charles Chaplin e a actualidade dos seus pensamentos

A ambição envenenou a alma dos homens, ergueu um muro de ódio ao redor do mundo, atirou-nos para dentro da miséria e também do ódio.

Desenvolvemos a velocidade mas nos fechamos em nós mesmos.

As máquinas que trouxeram mudanças nos deixaram desamparados.

Nossos conhecimentos nos deixaram cínicos.

Nossa inteligência nos deixou duros e impiedosos.

Nós pensamos demais e sentimos muito pouco.

Mais do que maquinaria, nós precisamos de humanidade.

Mais do que inteligência, precisamos de bondade e compreensão.

Sem estas qualidades a vida será violenta e estaremos todos perdidos.

O aeroplano e o rádio nos aproximam, e a própria natureza destes inventos demonstram a divindade do homem.

Exige uma fraternidade universal para a unidade de todos nós.

Charlie_Chaplin ( Charles Spencer Chaplin Jr.,) Nasceu a 16 de Abril de 1889 e Faleceu a 25 de Dezembro de 1977

Página oficial

16 comentários:

AFRICA EM POESIA disse...

Sãozita

a partir de agora quando vieres a Aveiro é obrigatório estares comigo nem que seja só para um cafézinho.

um beijinho

amiga
dia 19 vou estar no Porto na feira do livro às 19 horas para sessão de autógrafos do meu livro...Sporting em Poesia...

Adorava ver-te lá...


beijinhos

Desnuda disse...

Sãozita,

que texto fantástico! Verdadeiro e urgente para todos nós para uma reflexão. Obrigada, amiga.

Carinhoso beijo.

Fernanda disse...

Amiga Sãozita,

Se és amiga da minha querida Ana Martins só podemos ser amigas também.
Espero que não te incomode o facto de tratamento tão informal, podes ser pôr-me no lugar!

O texto não podia ser mais actual (1977).
Incrível... como ao longo de tantas gerações e considerando o avanço tecnológico brutal havido, especialmente nestes ultimo anos, o pensamento seja rigoramente o mesmo.

Beijinhos

Na casa do Rau

Saozita disse...

Estimada Cidália, agradeço desde já o convite para o cafézinho e fica combinado, quando for a Aveiro eu aviso para que nos possamos encontrar. Em relação ao dia 19/07 na feira do livro eu passarei por lá amiga.

Bjs e continuação de uma boa semana.

Saozita disse...

Desnuda, que bom teres gostado, o objectivo é esse mesmo! Que as mensagens que pretendemos passar, sejam perceptíveis e transmitam o que nos vai na alma.

Continuação de uma boa semana.
Bjs

Saozita disse...

Olá amiga Ná, então somos amigas! A Ana Martins, p'ralém de amiga é a minha cunhadinha preferida. Eu sou casada com o Victor Simões, irmão da Ana.
Actualíssimo o pensamento de Charles Chaplin, como no tempo os sentimentos nos afloram da mesma forma, a essência de nós é a mesma, antes de mais, somos humanos e temos sentimentos.

Boa semana amiga.
Beijinho

Aleska disse...

Chaplin foi e ainda é uma grande pessoa porque seus poemas ainda encontram eco nos nossos corações.Realmente falta humanidade nos homens no meio dessa época de máquinas. beijos!

Mariazita disse...

Olá, Sãozita
Charlie Chaplin deixou-nos um grande legado a nível de "pensamentos" de grande profundidade.
O "ramalhete" que aqui publica faz-nos reflectir bastante.
Fez-me lembrar que há imenso tempo tenho um esboço de post :) sobre Chaplin, que, por um motivo ou por outro, tem sido relegado para segundo plano, e ultrapassado por outros que me parecem mais actuais. E já tenho bastante material compilado. Qualquer dia acabo-o e publico-o.
Entretanto deixe-me felicitá-la pela escolha para este seu post. É sempre bom relembrar...

Um resto de boa semana. Beijinhos

Deia disse...

Olá Sãozita! Vim devolver-lhe a visita e gostei imenso do que vi! E, chego já descobrindo que você é amiga da minha amiga Lili (Cidália)! Eita Brasil e Portugal pequenos - rsrsrs. Vou ficar também de olho em você, viu?
Quanto ao texto escolhido, chega a ser arrepiante a atualidade do contexto. Sinal de alerta para a humanidade...
Um beijinho,
Deia

Ana Martins disse...

Boa noite Sãozita,
antes de mais parabéns pelo post, um pensamento actualíssimo perfeitamente enquadrado nos dias de hoje.

"A ambição envenenou a alma dos homens, ergueu um muro de ódio ao redor do mundo, atirou-nos para dentro da miséria e também do ódio."

Tristemente constatamos o quanto esta frase é verdadeira, é urgente quebrar este "muro de ódio ao redor do mundo", e dar as mãos como seres sensíveis e com sentimentos.

Será um dia isto possível?
Seria maravilhoso!

Beijinhos,
Ana Martins

AFRICA EM POESIA disse...

sãozita
Deixo...

GENTE



Sentir que sou Gente...
Sentir...
Que os meus olhos brilham contigo...
Sentir...
Que o meu coração ama também...

Eu danço, a dança da vida...
Porque a vida é linda...
E o amor também...

E sinto no meu peito...
Que ser livre...
É ser... Gente...


Eu vou dançar...
Eu vou amar...
E vou rodopiar...

E sentir que esta dança...
Não foi em vão...
Porque afinal...
Sou mesmo Gente!...




LILI LARANJO


Vou estar no PavilhãoB/35,B/37.
Espero-te...

Linda Simões disse...

Sãozita,

o Chaplin é mesmo muito ATUAL.E a verdade de suas palavras repercutirá ainda por longo tempo.

obrigada pela visita ao blog e pelos comentários feitos (também no blog A voz do povo),já tinha visto e lido,mas não tive tempo ainda de comentar (avaliações de II unidade,os alunos me tomam todo o tempo- rsrs)

Um abraço,


Linda Simões

Lina-solopoesie disse...

SAOZITO.
Para mim, eu realmente gostei do filme de Charles Chaplin The Kid temas do filme e que ele era órfão e complementar Roadster, tendo o cuidado de si (a cena maravilhosa em que a criança prepara-almoço) em torno de eles, todos têm um papel servil que se segue, não deixando espaço para a imaginação ou os sentimentos. O médico chamado para tratar da criança transforma orfanato convencido de que só pode apreciar a atenção adequada. A luta entre o diretor e Charlot vê a tentativa de conquista de um objeto de um lado, a defesa de uma criança sobre a outra. Mas Chaplin são os personagens principais que alarga o leque de sua crítica: o policial, como em todos os seus futuros filmes, é um obstáculo em qualquer situação, para ser usado no final ironicamente explorar o seu papel negativo. Contra a mãe, que finalmente encontrou a criança abandonada, há menos luz: após o crime tem feito uma carreira, tornando-se rico e famoso, a não ser que a criança se lembra quando, cinco anos depois, ele encontrou outro em seus braços; pouca utilidade para as boas qualidades do que é mostrado, o tribunal Chaplinesque é intrinsecamente negativo.
Além da intenção social, como este pequeno, graças a sua curta duração, pode viver exclusivamente de sua própria poesia para o jogo do bule de chá no berço para a criança em crescimento mostra a mesma escala de Charlot, o seu olhar, quando retirado, a imagem faz com que cada palavra vã.
BACI LINA

Lina-solopoesie disse...

SAOZITA.
A me mi è molto piaciuto il film di Charles Chaplin IL MONELLO i temi del film e che lui era un Vagabondo e orfanello si completano, prendendosi cura l’uno dell’altro (splendida la scena in cui il bambino prepara la colazione); attorno a loro, ognuno ha un ruolo che segue pedissequamente, senza lasciare spazio alla fantasia o ai sentimenti. Il medico, chiamato a curare il bambino, si rivolge all’orfanotrofio convinto che solo lì possa godere delle attenzioni appropriate. La lotta tra il direttore e Charlot vede il tentativo di conquista di un oggetto da una parte, la difesa di un figlio dall’altra. Ma è nei personaggi chiave che Chaplin allarga il ventaglio della sua critica: il poliziotto, come in tutti i suoi film futuri, è un ostacolo in ogni situazione, fino ad essere utilizzato nel finale sfruttando ironicamente proprio il suo ruolo negativo. Nei confronti della madre, che alla fine ritroverà il figlio abbandonato, non ci va meno leggero: dopo il misfatto ha fatto carriera, diventando ricca e famosa, salvo ricordarsi del figlio quando, cinque anni dopo, se ne trova un altro tra le braccia; a poco servono le belle qualità di cui fa mostra, il giudizio chapliniano è intrinsecamente negativo.
Al di là degli intenti sociali, quest’opera come poche, anche grazie alla sua breve durata, riesce a vivere interamente della propria poesia: per il gioco della teiera sulla culla, per il bambino che cresce mostrando gli stessi tic di Charlot, per il suo sguardo quando viene portato via, l’immagine rende vana ogni parola.
UN GRANDE ABBRACCIO
Lina

Milai disse...

Olá Sãozita!
Muito obrigada pela sua visita, comentário e ainda por ter ficado seguidora. Não conhecia o seu blogue e vim dar uma voltinha. Tem coisas muito interessantes e vou cá voltar mais vezes, por isso também fico como seguidora e vou juntá-la à minha lista de blogues para não a perder de vista!
Coloquei aqui o meu comentário pois achei estas frases mais que certas!
Beijinhos e volte sempre que quiser que é muito bem vinda!

Aleska disse...

Escolha muito boa dessa citação de Chaplin, as perspectivas do homem parecem mesmo estarem invertidas.

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